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sábado, 7 de maio de 2011

Exercícios estatística 2









3) A produção leiteira diária de uma vaca, durante uma semana foi de 10,14,13,15,16,18,12 litros de leite. Qual foi a produção médiana?






4) A folha de salários de uma empresa em 1995 era a seguinte: 100,100,100, 12000, 100,100,100, 100, ( em reais). Qual o salário mediano?


5) Três professores de economia atribuíram as notas 8,2, 8,4; 7,5; nos exames de seus alunos. Sabendo-se que as classes compunham-se de 25 17, 32, e alunos cada uma, respectivamente. Qual foi a nota médiana das 3 classes?


6) A produção leiteira diária de uma vaca, durante uma semana foi de 10, 14, 13, 15, 16, 18, 12 litros de leite. Qual foi a produção modal?



7) A folha de salários de uma empresa em 1995 era de: 100, 100, 100, 100, 100, 100, 100, 12000 ( em cruzeiros). Qual era o salário modal?

Diretores ditadores



Está acontecendo um desmando na Prefeitura de Fortaleza que causa horror até no pior ditador.Diretores de escola estão humilhando,espezinhando e causando horror em professores.Escolas onde impera o medo e promove o desmando impune de pessoas incompetentes e sem a menor capacidade de gestão.Pessoas assim são incapazes de almejar cargos por mérito,são "paus-mandados" com uma faixa de incapacidade na testa.Pessoas tristes e que não irão sossegar enquanto não tornarem seus subordinados,rebaixados a uma condição sub-humana.Não vejo neles qualquer sentimento de amor ou solidariedade, pelo contrário são vis e pobres espiritualmente.Que pena às vezes tenho vontade de pisá-los mas não estragarei a sola do meu sapato com indivíduos assim, nesse caso até sou capaz de perdoar mas se eles estiverem fora da nossa escola.SALVEM A EDUCAÇÃO!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

GREVE DOS PROFESSORES DE FORTALEZA - NEGOCIAÇÃO EM QUE NÃO SE NEGOCIA E NADA RESOLVE = EMBROMAÇÃO!


GREVE DOS PROFESSORES DE FORTALEZA - NEGOCIAÇÃO EM QUE NÃO SE NEGOCIA E NADA RESOLVE = EMBROMAÇÃO!
Assim é a Política Educacional de Fortaleza - Por ignorar e Desvalorizar os Professores
Por Violar a Lei do Piso - Por Pisar nos Direitos Sociais dos Servidores

É espantoso o pouco respeito que o Município de Fortaleza demonstra pelos professores, pela efetivação da lei do piso, pela Lei. POR RESOLVER A GREVE, ONDE TODOS SÃO SACRIFICADOS! A DIFERENÇA, PREFEITA E SECRETÁRIOS, É QUE DAQUI A DOIS ANOS, OS PROFESSORES CONTINUARÃO PROFESSORES E SEMPRE PRONTOS PARA LUTA! A senhora nem será prefeita e sabe-se lá o que será junto com os atuais secretários. QUE DECEPÇÃO! Até parece que a questão com os professores é pessoal.

Negociação é negociação quando objetiva resolver com seriedade, responsabilidade e boa-fé. SE NADA RESOLVE, SE TUDO É SEMPRE ADIADO, PROTELADO, A GREVE FRITADA EM BANHO MARIA... TEM-SE UMA ESTRATÉGIA QUE CONDUZ A OUTRA DENOMINAÇÃO: EMBROMAÇÃO! E MALDOSA!

E AINDA A PREFEITA QUER SER POPULAR, ELEGENDO PROFESSORES, EDUCADORES, FORMADORES DE OPINIÃO NA SOCIEDADE, COMO INIMIGO Nº 1! O FUTURO DA SOCIEDADE, DE FORTALEZA, DO BRASIL E DO MUNDO, DEPENDE DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO E DOS SEUS AGENTES: OS PROFESSORES. Para construção desse futuro, a prefeita e todo secretariado não têm importância, pelo contrário, com suas atitudes, converteram-se num freio a tal avanço! O QUE É LAMENTÁVEL! INACEITÁVEL! A HISTÓRIA NÃO OS PERDOARÁ!

Aqui fica o meu repúdio e de todos aqueles que defendem os direitos dos professores com as atitudes da prefeita e do secretariado. QUE TODO O BRASIL E O MUNDO DA LÍNGUA PORTUGUESA SAIBAM E DIVULGUEM QUE PORFESSOR EM FORTALEZA, ESTADO DO CEARÁ, BRASIL, É COISIFICADO E QUE EDUCAÇÃO NÃO É LEVADO A SÉRIO, NEM É PRIORIDADE. PROFESSOR?! BEM, PROFESSOR É TRATADO COMO TERRORISTA, PELO SIMPLES FATO DE EXERCER A SUA CIDADANIA! MAS HÁ FÔLEGO PARA LUTA! LUTEM! A VERDADEIRA DERROTA É NÃO LUTAR!

Luizianne Lins Vestida de Joaninha - Carnavalescamente ético ecologicamente Correto
MAS E A VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DE FORTALEZA?
Como sempre o Município de Fortaleza negocia com a categoria em greve sem o menor respeito, demonstrando que não está nem aí com a GREVE. Geralmente empurra o conflito no tempo, então quando completar uns 15 dias de greve, entra com ação ou representa ao Ministério Público, alegando que os professores exercem a luta por um direito, mas que o direito à educação, de milhares de alunos, é interesse coletivo, público, prioridade, prevalecendo sobre o interesse individual da categoria. Tal tese cai como uma luva na mão de algum juiz despreparado até para sua função, que rapidamente declara a ilegalidade de uma greve, em vez de mediar o conflito, RESOLVENDO-O, com audiência ou inúmeras audiêncais, SEM QUALQUER POLITICAGEM, que pacifique a querela trabalhista. OS JUÍZES GREGOS DE 1.500 ANOS ATRÁS ERAM MAIS PREPARADOS QUE A MAIORIA DOS ATUAIS JUÍZES.

http://valdecyalves.blogspot.com/2011/05/greve-dos-professores-de-fortaleza.html

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Exercícios estatística

Exercícios de revisão para a prova AD1

1) Em uma pesquisa sobre o tempo (em horas) que os paulistas passam conectados na internet, foram entrevistados 8500 pessoas. Supondo que, em São Paulo existam cerca de 40.601.070 pessoas, identificar a população e a amostra nessa situação.

2) Classifique a variável como qualitativa (nominal ou ordinal) ou quantitativa (discreta ou contínua):
a. População: sócios de um clube.
Variável: altura (em metros).
b. População: carros produzidos por uma montadora.
Variável: número de portas.
c. População: animais em um zoológico.
Variável: cor predominante.
d. População: candidatos a uma vaga de emprego.
Variável: grau de instrução.
e. População: jogadores de futebol de um clube.
Variável: posição em que atuam.
f. População: receitas em um livro de culinária.
Variável: tempo de preparo.

3) Em uma escola de música há 680 pessoas matriculadas, sendo 380 no período da manhã, 220 à tarde e 80 à noite. Obtenha uma amostra proporcional estratificada de 70%.

4) Observar as notas de Estatística de 20 alunos.

8,0 6,0 7,0 4,0 9,0 7,0 9,0 8,0 7,0 5,0
4,0 3,0 6,0 9,0 8,0 9,0 7,0 6,0 8,0 7,0

Elaborar uma tabela de distribuição de freqüência com freqüência absoluta, freqüência relativa e freqüências acumuladas. Com base na tabela, responder:
a) Quantos alunos obtiveram nota maior ou igual a 5,0, que é a nota mínima de aprovação?
b) Quantos alunos obtiveram nota menor ou igual a 8,0?
c) Qual a porcentagem de alunos que obtiveram nota menor que 6,0?
d) Qual foi a porcentagem de alunos reprovados em Estatística? E aprovados?

5) Dada a seguinte distribuição:
Valores K W X Y Z
Fi 20 25 12 8 15
Encontrar:
a) N;
b) A freqüência relativa simples;
c) As freqüências acumuladas (crescente e decrescente).


6) Montar uma série estatística para representar a quantidade de componentes eletrônicos utilizados na montagem de um experimento realizado em um laboratório de Física, em uma Universidade Paulista, no ano de 1999, segundo dados fornecidos pelo SEEC-ME (Serviço de Estatística da Educação do Ministério da Educação: Resistores – 5.240; Capacitores – 567; Interruptores – 1.732; Lâmpadas – 10.875; Bobinas – 698; Placas de circuito impresso – 2.436; Baterias – 3.541).

7) Num teatro foram registrados 750 ingressos em um final de semana, sendo 35% na primeira apresentação, 15% na matinê do domingo e o restante na apresentação noturna. Determine a freqüência registrada por apresentação.

8) Completar os dados que faltam na seguinte distribuição:
Valores Fi Freq. Acum. Crescente Freq. Relativa simples
1 3 0,075
2 5
3 12 0,1
4 6 0,15
5 8 26
6 35
7 4 39 0,1
8

9) São dados os valores (em reais) de alguns produtos de um supermercado.
Valor (R$) Nº de produtos
5 ⊢ 10 1
10 ⊢ 15 2
15 ⊢ 20 5
20 ⊢ 25 20
25 ⊢ 30 15
30 ⊢ 35 5
35 ⊢ 40 2
Total 50

Determine:
a) a amplitude total;
b) o ponto médio de cada classe;
c) as freqüências relativas;
d) as freqüências acumuladas.

10. Complete a tabela abaixo:

i CLASSES f i fri % Fi Fri % xi
1 00 | 08 4
2 08 | 16 10
3 16 | 24 14
4 24 | 32 9
5 32 | 40 3

terça-feira, 3 de maio de 2011

A estatística na escola através de gráficos e tabelas.



Muitas vezes, os alunos apresentam certa dificuldade de interpretação de
gráficos, tabelas, de comparações e interpretações dos dados apresentados. No
entanto os meios de comunicação utilizam a linguagem matemática, linguagem essa
que a maioria dos educandos não consegue fazer a conexão das informações
divulgadas com a Matemática. É importante que os mesmos comparem, leiam e
interpretem gráficos e tabelas de maneira significativa e realizem cálculos de
porcentagem em diversas situações de seu cotidiano, visto que estão cada vez mais
presentes em todos os tipos de mídia e em diversas atividades diárias dos
estudantes. É essencial que a escola proporcione ao estudante, desde o Ensino
Fundamental, a formação de conceitos que o auxiliem no exercício de sua
cidadania. Porém, devemos oportunizar aos alunos situações que desenvolvam a capacidade de coletar, organizar, ler, interpretar e comparar dados, obtendo
conclusões, que colaborem em sua formação como cidadão atuante na sociedade.
Assim é necessário possibilitar o acesso aos saberes matemáticos,
promovendo ações que influenciem os alunos a interpretá-los e compará-los,
colaborando na formação de um cidadão crítico, com diversas habilidades, para que
sejam capazes de fazere diversas leituras de seu mundo, dando oportunidades de
compreenderem e transformarem sua realidade, relacionando os conteúdos
estudados, com situações reais de seu dia-a-dia.
GISETE IZELLI DOS SANTOS
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1524-8.pdf

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO

Basta abrirmos um jornal, uma revista ou assistirmos à televisão para percebermos que, cada vez mais, a estatística é incluída ao nosso cotidiano e ao de nossos estudantes. Informações de toda natureza passam rapidamente sob nossos olhos em forma de gráficos e tabelas. Este se tornou um hábito tão comum no dia a dia de qualquer pessoa, mas será que os livros didáticos estão vendo a estatística como uma linguagem usual a ser ensinada?

A exposição de dados através de gráficos e tabelas faz parte da linguagem universal matemática e sua compreensão é requisito básico para a leitura de informações e análise de dados. No entanto, para um receptor não alfabetizado em estatística os modos de representar a complexidade de informações podem oferecer dificuldades de entendimento. O não entendimento, a interpretação intuitiva ou equivocada da matemática estatística pode ser uma forma de exclusão do indivíduo da sua cidadania, tornando-o um sujeito mais facilmente manipulável.

Ensinar estatística para as crianças desde o período de alfabetização tornou-se uma necessidade social. Não pensamos o seu ensino de um amontoado de fórmulas e cálculos, mas em desenvolver no aluno a habilidade de coletar, organizar, interpretar e tomar decisões frente aos dados, utilizando a estatística como ferramenta.

A estatística passou, então, a ser alvo de muitos educadores e livros didáticos a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) do ensino fundamental, em 1997, pois em seu terceiro volume (destinado à Matemática) um dos princípios norteadores reconhece a importância das diferentes formas de representar as informações matemáticas e a sua relação significativa com a realidade do aluno.

Ao refletirmos sobre a importância de tratar a estatística na escola como uma linguagem a ser ensinada para desenvolver a habilidade de ler, interpretar e organizar dados matemáticos, sentimos que ainda há muito a ser feito na educação matemática em relação ao tratamento da informação. Os documentos oficiais solicitam o seu ensino e a sociedade reconhece a importância do assunto para a formação do cidadão, no entanto, raramente faz parte da prática de sala de aula.

Os livros didáticos, que são fontes de pesquisa dos professores, não têm clareza do que é tratamento da informação e aqueles que incluem o assunto em seus conteúdos, fazem-no de forma desvinculada com a realidade, com dados prontos, sem que o aluno precise coletar, organizar e interpretar. Os tratamentos são muito valorizados principalmente nas tabelas (que são utilizadas em todos os livros), e as conversões são esquecidas. A quase ausência de mudança de sentido entre as conversões observadas nos livros didáticos mostra que o pouco que se fala em ensino de estatística ainda aparece de forma estanque, como a maioria dos conteúdos desta disciplina.

Agora, fator essencial, preponderante que deve ocorrer: a conscientização de que o ensino da estatística deve acontecer de forma contextualizada, participativa e utilizando os diferentes registros de representações que os gráficos e tabelas permitem para que o aluno seja capaz de ir e vir entre eles, conjecturar, refletir e tomar decisões frente aos dados.
Edna Alves Neves
Pedagoga
Pós-graduanda em Psicopedagogia Institucional

domingo, 1 de maio de 2011

Dia do Trabalho "Guerreiro social"



Hoje 1º de maio é comemorado o dia do trabalho.Mas o que isso representa no contexto do trabalhador,dos seus anseios e das suas conquistas.O que o trabalhador ainda tem de esperança em uma sociedade repleta de mentiras e falsidades, onde ele busca forças quando olha na TV, casos e casos de corrupção no meio público e privado.Às vezes ele perde a esperança e embarca no marasmo da mesmice e do sentimento avassalador do comodismo social,pára de lutar e começa a achar que os seus direitos não são nada mais que o que é definido pelo interesse dos outros.Ele se vê acuado e não encontra forças para os inimigos enfrentar.A qualquer palavra de desesperança ele sucumbe e sente que a sua vida social se esvai,não desgarra pelo contrário se contrai na dor e no sofrimento da certeza que não haverá mudanças.Outros lutam, brigam, não sucumbem e vão até o fim na luta pelo que é seu.O comodismo não existe em seu dicionário, ele é um guerreiro inflamado capaz de gritar para multidões,que não se intimida com o pouco tornando-se assim um eterno e fiel lutador das causas sociais.Sejamos esse guerreiro,não deixemos espaço para intimidação, pelo contrário desafie, não seja incauto,seja comedido sem ser tolo,brade sonoras de ordem sem se tornar incômodo,seja com certeza um guerreiro social.
Marco Mota

sábado, 30 de abril de 2011

Decisões sobre direito de greve!



STF mantém cargo de servidor gaúcho que fez
greve durante estágio probatório
Extraído de: Espaço Vital - 12 de Novembro de 2008
Por 3 votos a 2, a 1ª Turma do STF manteve ontem (11) o cargo de servidor público que, durante o estágio probatório, aderiu a movimento de greve e faltou ao trabalho por mais de 30 dias. A greve ocorreu no Estado do Rio Grande do Sul, antes de o STF determinar a aplicação da Lei de Greve da iniciativa privada ao serviço público.

A tese vencedora foi a de que a falta por motivo de greve não pode gerar demissão. "A inassiduidade decorrente de greve não legitima o ato demissório", disse o ministro Carlos Ayres Britto. Para ele, a inassiduidade que justifica a demissão "obedece a uma outra inspiração: é o servidor que não gosta de trabalhar".


Na mesma linha, o ministro Março Aurélio disse entender que, no caso, não há "o elemento subjetivo que é a vontade consciente de não comparecer por não comparecer ao trabalho". A ministra Cármen Lúcia também votou com a maioria, afirmando que "o estágio probatório para mim, por si só, não é fundamento para essa exoneração".


A matéria chegou ao STF em 1998, por meio de um recurso extraordinário interposto pelo Estado do Rio Grande do Sul, que exonerou o servidor grevista Ricardo Ramos Tramunt. Este, por sua vez, voltou ao cargo por força de um mandado de segurança concedido em 1997 pela Justiça estadual gaúcha. O sistema de informações processuais do TJRS não disponibiliza mais informações sobre o processo que começou no século passado.

O recurso foi distribuído ao ministro Sepúlveda Pertence em 16 de abril de 1998 e, com sua aposentadoria, houve a redistribuição em 6 de setembro de 2007.

O novo relator do caso no STF, ministro Carlos Alberto Menezes Direito, e o ministro Ricardo Lewandowski foram contra a decisao do TJ gaúcho. Para Menezes Direito, o servidor fez greve antes de o direito ser regulamentado por meio de decisão do STF e, além disso, estava em estágio probatório. "Portanto, cometeu uma irregularidade que justifica sua exoneração".

Lewandowski reiterou que "o direito de greve realmente exigia uma regulamentação", prova de que o dispositivo constitucional que trata da matéria (inciso VII do artigo 37) não era auto-aplicável.

Na defesa do servidor atuou o advogado Luiz Fernando Koch. (RE nº 226966 - com informações do STF e da redação do Espaço Vital ).

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Informe para 123@espacovital.com.br sobre ações judiciais em tramitação nos foros e/ou tribunais brasileiros que violem o preceito constitucional da razoável duração do processo.