PORQUE ETHOMATHEMATICS?
ou
O QUE É E COMO Etnomatemática PODE AJUDAR AS CRIANÇAS NAS ESCOLAS?
por Ubiratan D'Ambrosio
É tão comum que os professores e público em geral dizem que a matemática é um empreendimento cultural. Na verdade, a matemática é parte da cultura e está ligada à história dos povos e comunidades em todo o Mundo. Embora a matemática tem sido desenvolvido como uma disciplina acadêmica e é incorporada nos programas escolares, é um fato bem conhecido que a matemática, na vida cotidiana, se relacionam com práticas de rotina e às profissões. Temos muita pesquisa para mostrar que mesmo as pessoas sem escolaridade lidar com números e com as medidas em sua vida diária. Em muitos casos, estas formas de fazer a matemática não são aceites pelos professores, pois eles seguem caminhos diferentes de raciocínio. Na verdade, esses caminhos diferentes de raciocínio reflete as raízes culturais.
Raízes culturais pode ser entendido de maneiras diferentes. Estes podem ser rastreada até sua origem étnica, aprendeu com os pais, avós, bisavós e assim voltar aos antepassados. com algumas características que estão relacionadas às suas práticas cotidianas e suas profissões. em todo o Mundo. Mas podemos perguntar de que forma a matemática ensinada nas nossas escolas se encaixa na história do povo. Vemos que praticamente toda a matemática no currículo pode ser rastreada até as tradições do Mediterrâneo e se espalhou pelo mundo após a era colonial. Podemos perguntar: no período das grandes navegações, que tipo de matemática estava presente nas terras conquistadas pelos europeus? Como a matemática existentes em cada c, em cada foram modificados? , Como e conquista, Muito dessa matemática foi desenvolvido desde a Antiguidade e na Idade Média e do Renascimento. Ele foi organizado como uma disciplina escolar, desde o século XIX e boa parte do século XX. Mas desde os anos sessenta, vemos um crescente interesse na educação multicultural e isso afeta principalmente a matemática.
Uma pergunta freqüente por parte dos professores é como incluir a matemática na tendência multicultural. A proposta é trazer etnomatemática na prática escolar.
Por etnomatemática? O que é etnomatemática e como ela pode ajudar as crianças nas escolas?
A idéia de etnomatemática veio como uma visão mais ampla sobre como a matemática se relaciona com o mundo real. A matemática é um instrumento criado por intelectuais da espécie humana para descrever o mundo real e para ajudar a resolver os problemas colocados na vida cotidiana.
Como cada indivíduo vivo, o homem olhar para a sobrevivência. Mas diferentemente do que qualquer outra espécie, os seres humanos olhar também para as declarações de fatos e fenômenos, o que pode ser visto e sentido, e assim desenvolver novas maneiras de obter da natureza o que é necessário para a sobrevivência e prazer. Como isso difere de outras espécies? Existem muitas respostas, que incluem a capacidade dos seres humanos linguagem em desenvolvimento, ferramentas, arte, música, humor e matemática.
De fato, a espécie humana é única entre todas as espécies animais para criar a agricultura, é o único a desenvolver um sentido de passado e futuro, isto é, para medir o tempo, e as únicas espécies que desenvolveram a linguagem. A partir de idades pré-históricas os seres humanos têm vindo a acumular conhecimento para responder a essas unidades e necessidades. É claro, as respostas variam de região para região, de cultura para cultura. É claro que as pessoas que vivem em florestas tropicais têm desenvolvido maneiras diferentes de medir as terras do que aqueles que vivem em uma pradaria, assim, eles têm diferentes geo [terra] - assimetrias [medida].
Aqueles que vivem perto do equador percebem dias e noites que decorre da mesma forma durante todo o ano, enquanto aqueles que vivem acima dos trópicos reconhecer como as estações do ano afetam a duração dos dias e das noites. Assim, sistemas de calendário e, conseqüentemente, meios de produção e seu controle e distribuição, de organização do trabalho, e muitas outras práticas que ocorrem na vida diária, têm sido desenvolvidos, desde tempos imemoriais, de maneiras diferentes, relacionadas com o ambiente natural. Esta constrói-se em aritmética, que é diferente de cultura para cultura.
No século XVI, as nações européias, a começar por Portugal e Espanha e logo seguida pela Holanda, Inglaterra e França, conquistou praticamente todo o planeta e as colônias estabelecidas em todo o Mundo. Com o regime colonial as formas e meios de produção e de comércio foram alinhados no modelo europeu. Junto com isso veio a matemática que foi desenvolvida nos países europeus. As formas e meios de produção e comércio dos povos conquistados foram ignoradas na maioria dos casos, em alguns casos proibido. Junto com isso, formas tradicionais de fazer matemática, assim como língua, religião, medicina e tantas outras expressões culturais também foram ignoradas, em muitos casos proibido. Expressões culturais são a essência da dignidade cultural.
O fim da era colonial marcou o renascimento de culturas que há séculos têm sido ignoradas, em muitos casos proibido. Como conseqüência, temos visto nos últimos anos uma explosão de novas formas de arte, dos cuidados de saúde, das religiões e dos costumes em geral. Mesmo as línguas que se esqueceram, às vezes proibido, agora são ouvidas e escritas.
É natural perguntar: o que dizer de Matemática?
Sabemos que as formas básicas de fazer a matemática é o resultado de medição, contagem, comparação, classificação, inferência, e que tudo isso está relacionado com o ambiente natural e cultural. Embora as formas tradicionais de executar essas ações têm sido ignoradas, e em muitos casos proibidos, por séculos, vemos agora que eles sobreviveram. Claro, eles passaram por um processo evolutivo, como resultado do encontro com outras formas de fazer. Estas formas de fazer matemática em específicos ambientes naturais e culturais são chamados de Etnomatemática .
Etnomatemática é visto nas comunidades e são facilmente reconhecidos em todas as práticas de dia, e é particularmente visível entre os artesãos.
Então nos perguntamos: Por que trazer isso para a prática escolar? Alguns críticos dizem que isso é inútil, isso é mais como jogar, e não há nenhuma razão para incorporar essas práticas no currículo acadêmico. Pode ser verdade que na procura de emprego, os alunos serão obrigados a conhecer a matemática da escola tradicional. Mas há muito mais em metas educacionais do que meramente fornecer instrumentos utilitária. A educação deve aumentar a dignidade cultural.
Reafirmar e em alguns casos, para restaurar a dignidade cultural de crianças é um componente importante da educação matemática. Grande parte do conteúdo dos programas atuais são suportados por uma tradição alheia à crianças. Por outro lado, as crianças estão vivendo em uma civilização dominada pela tecnologia baseada na matemática e por meios de comunicação sem precedentes.
É igualmente importante reconhecer que a melhoria das oportunidades de emprego é uma expectativa real de que os alunos e os pais têm da escola. Mas a preparação para o mercado de trabalho é de fato a preparação para a capacidade de lidar com novos desafios. Não há nenhum ponto em preparar as crianças para empregos que provavelmente serão extintos quando atingem a idade adulta. Para enfrentar os desafios da nova auto-estima é essencial. Auto-estima vai junto com dignidade cultural.
Tanto para adquirir dignidade cultural e estar preparado para uma plena participação na sociedade requer mais do que o que é oferecido nos currículos tradicionais. Particularmente grave é a situação da matemática, que é em grande parte obsoleto tão presente nos programas. Matemática em sala de aula não tem praticamente nada a ver com o mundo as crianças estão experimentando. O mesmo que a alfabetização hoje significa muito mais do que a leitura ea escrita, a matemática é muito mais do que contar, medir, classificar, comparar.
Estou particularmente preocupado com o fato de que os esforços para fazer melhor em educação matemática são, por vezes, interpretada como uma redução da importância dos conteúdos matemáticos.
Creio que esta é uma interpretação grosseiramente errada. Precisamos de mais e melhores conteúdos matemáticos, mas isso não significa que os conteúdos tradicionais que escape programas atuais. O grande erro é considerar o conteúdo de matemática como algo final, subordinada a critérios de rigor, que também são considerados final.
Comprometer a rigor, em benefício de interesse de geração e motivação, não pode ser interpretado como erros conceituais ou de um relaxamento da importância de graves conteúdos matemáticos de natureza moderna.
Exemplos são o uso de calculadoras [no lugar de broca com operações], as relações geométricas [não operações formais com frações] eo recurso da dobradura de papel para o ensino da geometria.
Tabuada pode ser importante não por causa dos valores associados com dois números, mas sim se a pessoa reconhece que o produto de dois números de um dígito pode resultar em um produto de dois dígitos. Em termos modernos, quando se pressiona uma tecla de vezes uma chave que você obter dois dígitos, como resultado na tela. Porque o nosso calculadoras representam o nível mais alto de realização do sistema posicional.
Um exercício para as crianças: com uma calculadora 8-lugar, quando você pressiona 2, então x 50000000 E então um aparece na tela, pressionando 2, x, e 49999999, 99999998, lemos na tela. Por quê?
Mas deixe-me concentrar em como Etnomatemática pode ser uma estratégia para alcançar esses objetivos mais amplos da educação nos 21 st Century.
Tem havido uma visão excessivamente simplificada da Etnomatemática. Temos que colocar nossas discussões sobre a natureza da Etnomatemática em uma ampla reflexão sobre a natureza do conhecimento. Eu vejo o conhecimento como algo gerado e intelectualmente organizado pelo indivíduo em resposta ao ambiente social, cultural e natural e, depois de ser compartilhado através da comunicação, socialmente organizada, tornando-se algo que é parte de uma comunidade [cultura] e essencial para lidar, reconhecendo, explicando fatos e fenômenos. Observadores, cronistas, os teóricos, os sábios, acadêmicos, profissionais, POWER "detentores" expropriar este conhecimento, classificar e rotulá-los, e depois transmitir e difundi-los. Assim, temos formas estruturadas de conhecimento: língua, religião, culinária, medicina, curativos, valores, ciência, matemática, todos inter-relacionados e respondendo à maneira como a realidade é percebida nesse ambiente social, cultural e natural.
Cultural dinâmica cada vez mais desempenha um papel na "ampliação" realidade percebida, e, como consequência modificam as respostas. Assim, a linguagem, religião, culinária, medicina, curativos, valores, ciência, matemática estão sempre mudando.
Eu uso a palavra "etno" como uma forma de reconhecer a dinâmica de diferentes formas de conhecimento, em que não há processos de congelamento.
Há ethnomathematicsES diferentes (plural), cada um respondendo a uma diferente cultural, meio ambiente, natural social.
Quando ethnomathematicians dizer "mais do que uma matemática", eles estão reconhecendo diferentes respostas para diferentes natural, social, ambientes culturais. Como mais de uma religião, mais de um sistemas de valores, pode haver mais de uma maneira de explicar, compreender, lidar com a realidade.
Eu vejo a possibilidade de construir uma nova civilização, em que a desigualdade, o fanatismo, a intolerância, o ódio, a discriminação, não têm lugar, como resultado do descongelamento das formas de conhecimento [isto é, a remoção de fundamentalismos] e permitindo que a dinâmica cultural a desempenhar o seu papel na evolução da espécie.
http://vello.sites.uol.com.br/what.htm
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Clube dos amigos

Sou realmente um defensor incontestável da amizade, daquelas pessoas que sempre estão juntas, que não tem o mesmo sangue, mas a mesma alma,que se gostam de graça e sem interesse, simplesmente se gostam!Ter amigos é algo que não se pode rejeitar, conquiste-os, esteja sempre junto e sempre você terá um ombro.Amigos não são aqueles de momentos, mas de anos, aqueles que você olha para trás e ainda estão lá.Não são aqueles das farras, mas do companheirismo.Ligue para seus amigos ao menos uma vez a cada duas semanas(pelo menos para frescar rsrsrs).Não abandone-os e lembre somente de vez em quando mostre que está ali não sumiu, seja de verdade UM AMIGO!
terça-feira, 19 de julho de 2011
Decepção com o Brasil!

Não posso crer em uma nação que abraça corruptos e idolatra falsos heróis:jogadores de futebol,humoristas,atores e seres que não fazem crescer em nada um país, que pari dia a dia um rol de intelectuais e guerreiros.Nesse mar de corrupção partidos das mais variáveis tendências fazem manobras, trocando cargos e favores independente da vontade da nação.Partidos claramente de direita ficam no poder para sugar o patrimônio público, promovendo uma ação sangue-suga nas contas dos governos, são claros ao mostrar os seus interesses mentem descaradamente para que a população tenha certeza do caráter das pessoas em que estão votando.Os partidos que se intitulam de esquerda, são sórdidos e perversos, usam os mais pobres como instrumento de manobra, como meio para chegar ao poder e usurpar tudo que podem conseguir.Pior que a direita no poder, é a esquerda stalinista, vingativa e capaz dos atos mais cruéis.São pessoas sem alma que nos tempos da ditadura de direita, gritavam aos quatro ventos o direito à democracia, agora se escondem atrás dela para cometer as piores insanidades, dominando terrivelmente todas as esferas do poder!Que crueldade com esses povo lutador, que briga pelo seu pão diário, que espera o reconhecimento mas que tem a cada momento a certeza que só é valorizado aquele que realmente não merece!
sábado, 25 de junho de 2011
Posição do PT contra greve dos professores em Fortaleza não é desvio. É método! 20/06/2011

Causou surpresa a muita gente a posição da prefeita de Fortaleza Luizianne Lins e do seu líder na Câmara, o vereador Ronivaldo Maia, ambos do Partido dos Trabalhadores, na greve dos professores municipais. A dupla não só foi a público anunciar que não negocia com grevistas, como pediu na Justiça a ilegalidade do movimento. O desconforto na avaliação de alguns consiste na suposta contradição entre o passado de “lutas” de Luizianne e Ronivaldo, figuras fáceis em qualquer movimento de greve – qualquer um! – deflagrado enquanto estes estava na oposição, e a intransigência demonstrada agora. Uma vez governo, teriam mudado de lado e traído a vocação do partido.
Imagem romântica
Essa visão romanceada, que preserva a sigla e condena um ou outro sujeito, deriva justamente do discurso forjado durante três décadas para fazer do PT a expressão virtuosa de um maniqueísmo intrínseco à teoria da luta de classes, a força do bem a duelar contra o mal, o amigo dos explorados e adversário dos exploradores, o portador único da ética na política e defensor maior da justiça social. Enfim, o ator principal desse conto de fadas marxista que aprendemos desde cedo nas escolas.
Essa imagem foi de tal forma introduzida e consolidada na mentalidade do brasileiro médio (por meio da Revolução Cultural de Gramsci), que lhe é impossível perceber que Luizianne e Ronivaldo, ao renegarem os antigos parceiros de passeatas, tratando-os na base do cacetete e do spray de pimenta, não agem à revelia do PT, e sim confirmam a condição de militantes genuínos da sigla.
Imperativo categórico degenerado
É que para esses agentes, o interesse do Partido é que lhes serve de guia supremo, como uma espécie de imperativo categórico (conceito formulado por Kant) degenerado. Resumindo, a ética, para um verdadeiro militante, não está na causa, nos meios ou nos fins, mas na urgência das demandas do partido. Foi o que quis dizer o ator petista Paulo Betti, quando justificou o mensalão afirmando que para governar era preciso sujar as mãos de merda.
Em 2007, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tão amigo dos pobres e dos trabalhadores, tão defensor da natureza e parceiro dos movimentos sociais, enviou soldados do Exército e policiais federais para desocupar a Hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, tomada por manifestantes do MST e Movimento dos Atingidos por Barragens.
Em 2004, durante o governo de Lúcio Alcântara, Nelson Martins (PT) pedia aumento de 30% para os professores. Em 2007, líder do governo Cid Gomes na Assembleia Legislativa do Ceará, defendeu aumento de 3,5%. E por aí vai. A lista de exemplos é imensa.
Método dúbio
Tanto Lula, como Nelson Martins, Luizianne e Ronivaldo, agiram motivados pelo dever de preservar o partido no poder, pouco importam as tais lutas históricas alardeadas em outras ocasiões. O mérito da causa é o que menos importa ao grupo. Da mesma forma, Dilma Rousseff passou a campanha criticando as privatizações e cinco meses depois de eleita anunciou a privatização de aeroportos. Essa postura dúbia não é um acidente isolado, um desvio casual, uma traição individual, mas um método consistente de atuação política. O escritor George Orwell, conhecedor profundo das tramas do stalinismo, chamou essa capacidade camaleônica de “duplipensar”.
Se amanhã, de volta ao papel de opositores, Luizianne e Ronivaldo souberam de uma greve de professores municipais, estarão lá, de braços dados com seus companheiros sindicalistas, esses mesmos que agora os criticam. Todos irão dizer que a culpa pela divergência de agora é da elite, ou dos neoliberais, dos empresários da educação, ou algo que o valha. E se alguém perguntar por qual motivo Luizianne não aumentou os salários dos professores, ela irá dizer que fez mais do que qualquer outro, responsabilizando a imprensa por querer jogar o PT contra os movimentos sociais.
Eles mudam de lado, podem ser a favor de algo hoje e no dia seguinte serem contra, e ainda afirmar que nas duas situações estavam com a razão. Foram treinados para isso.
TEXTO RETIRADO DE:
http://wanfil.wordpress.com/2011/06/20/posicao-do-pt-contra-greve-dos-professores-nao-e-desvio-e-metodo/
sexta-feira, 24 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Os temas transversais no ensino da matemática
O compromisso com a construção da cidadania pede necessariamente uma prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal e coletiva e a afirmação do princípio da participação política
FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS – EAD Unidade Pedagógica: Santíssima Trindade – MACEIÓ/AL Disciplina: Pesquisa Prática Pedagógica I Curso: Matemática Circuito: 1 Equipe: Ademilton Alves Cabral da Silva
Adriana Mendonça da Silva Honorato Wilson Paulino dos Santos Oziel Fernandes Goes Roseilton Porto de Aguiar
Tutor: Felipe Bomfim Data: 04/09/2010
MACEIÓ – AL 2010
O compromisso com a construção da cidadania pede necessariamente uma prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal e coletiva e a afirmação do princípio da participação política.
Nessa perspectiva é que foram incorporados como Temas Transversais as questões da Ética, da Pluralidade Cultural, do Meio Ambiente, da Saúde, da Orientação Sexual e do Trabalho e Consumo.
Isso não significa que tenham sido criadas novas áreas ou disciplinas. Os objetivos e conteúdos dos Temas Transversais devem ser incorporados nas áreas já existentes e no trabalho educativo da sala. É essa forma de organizar o trabalho didático que recebeu o nome de transversalidade.
A educação para a cidadania requer que questões sociais sejam apresentadas para a aprendizagem e a reflexão dos alunos, buscando um tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais.
a) Urgência social: Indica a preocupação de eleger questões graves, que se apresentam como obstáculos para a concretização da plenitude da cidadania, apontando a dignidade das pessoas e deteriorando sua qualidade de vida. b) Abrangência nacional: A eleição dos temas buscou contemplar questões que, em maior ou maior medida, e mesmo de forma diversas, fossem pertinentes a todo o país. c) Possibilidade de ensino e aprendizagem no ensino fundamental: Esse critério norteou a escolha de temas ao alcance da aprendizagem nessa etapa da escolaridade. d) Favorecer a compreensão da realidade e a participação social: Que os alunos possam desenvolver a capacidade de posicionar-se diante das questões que interferem na vida coletiva, superar a indiferença e intervir de forma responsável.
A proposta de trabalhar com questões de urgência social numa perspectiva de transversalidade aponta para o compromisso a ser partilhado pelos professores das áreas, uma vez que é o tratamento dado aos conteúdos de todas as áreas que possibilita ao aluno a compreensão de tais questões.
É importante destacar que a perspectiva da transversalidade não pressupõe tratamento simultâneo, e num único período, de um mesmo tema por todas as áreas, mas o que se faz necessário é que esses temas integrem o planejamento dos professores das diferentes áreas, de forma articulada aos objetivos e conteúdos deles.
Falar em formação básica para a cidadania significa refletir as condições humanas de sobrevivência:
Inserção das pessoas no mundo do trabalho; Das relações sociais e da cultura;
Desenvolvimento da crítica e do posicionamento diante das questões sociais;
Em função do desenvolvimento das tecnologias, umas características contemporâneas marcante no mundo do trabalho exigem-se trabalhadores mais criativos e versáteis, capazes de entender o processo de trabalho como um todo. Parece haver um consenso de que para responder a essas exigências é preciso elevar o nível da educação de toda a população.
Nesse aspecto, a matemática pode dar sua contribuição à formação do cidadão ao desenvolver metodologias que enfatizem a construção de estratégias, a comprovação e justificativa de resultados, a criatividade, a iniciativa pessoal, o trabalho coletivo e a autonomia advinda da confiança na própria capacidade para enfrentar desafios.
A matemática usufrui de um estatus privilegiado em elação a outras áreas do conhecimento. Muitos acreditam que a matemática é direcionada às pessoas mais talentosas e que esse conhecimento é produzido exclusivamente por grupos sociais ou sociedades mais desenvolvidas. Embora equivocada, essa idéia gera preconceitos e discriminação, reflete no convívio escolar fazendo que acabe atuando como filtro social.
Por outro lado, o ensino da matemática muito pode contribuir para a formação ética, uma vez que direcione a aprendizagem para o desenvolvimento de atitudes.
Confiança na própria capacidade e na dos outros;
Construir conhecimentos matemáticos;
Empenho em participar ativamente das atividades em sala;
Respeito ao modo de pensar dos colegas;
Construção de uma visão solidária de relações humanas nas aulas de matemática;
Os conhecimentos matemáticos permitem a construção de um instrumento fundamental para a compreensão e analise das questões relativas à sexualidade numa dimensão macrossocial.
É possível compreender por meio da análise de dados estatísticos a diferença de remuneração de trabalho de homens e mulheres;
Do acesso aos cargos de chefia;
O aumento da incidência da gravidez prematura entre jovens e adolescentes;
O comportamento das doenças sexualmente transmissíveis;
Discutir e avaliar a eficiência das políticas públicas para a questão da gravidez na adolescência;
Medidas estatísticas para compreender, por exemplo, a evolução da AIDS nos diferentes grupos;
Situar num mesmo patamar papéis desempenhado por homens e mulheres na construção da sociedade contemporânea;
Esse preconceito, na maioria das vezes, é muito sutil e, dificilmente, o professor faz essa discriminação conscientemente.
A perspectiva ambiental consiste num modo de ver o mundo em que se evidenciam as inter-relações e a interdependência dos diversos elementos na constituição e manutenção da vida na Terra.
Em termos de educação, essa perspectiva contribui para evidenciar a necessidade de um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, coresponsabilidade, solidariedade, equidade.
O estudo detalhado das grandes questões do meio Ambiente (poluição, desmatamento, limites para uso dos recursos naturais, sustentabilidade, desperdício, camada de ozônio, etc) pressupõe que o aluno tenha construído determinados conceitos matemáticos (áreas, volumes, proporcionalidade, etc) e procedimento (coleta, organização, interpretação de dados estatísticos, formulações de hipóteses, realização de cálculos e prática de argumentação).
Desse modo, as possibilidades de trabalhar as questões do Meio Ambiente em Matemática parecem evidentes.
As questões de saúde no Brasil são muito complexas e muitas vezes contraditórias. Há informações de que a média de nossos padrões de saúde é aceitável dentro dos critérios da ABNT.
Por outro lado, existem estatísticas alarmantes quanto aos índices da fome, da subnutrição e da mortalidade infantil em várias regiões do país.
Além de permitir a compreensão de questões sociais relacionadas aos problemas de saúde, as informações e dados estatísticos relacionados a esse tema também favorecem o estabelecimento de comparações e previsões que contribuem para o autoconhecimento, favorecendo o autocuidado.
Os levantamentos de saneamento básico, condições de trabalho, assim como acompanhamento do próprio desenvolvimento físico (peso, musculatura) e o estudo dos elementos que compõem a dieta básica, são alguns exemplos de trabalhos que podem servir de contextos para a aprendizagem de conteúdos matemáticos.
A construção e a utilização de conhecimentos matemáticos não são feitos apenas por matemáticos, cientistas ou engenheiros, mas, de forma diferenciada, por todos os grupos socioculturais, que desenvolvem e utilizam habilidades para contar, localizar, medir, desenhar, representar, jogar e explicar, em função de suas necessidades e interesses.
Valorizar esse saber matemático cultural é aproximá-lo do saber escolar em que o aluno está inserido, é de fundamental importância para o processo de ensino aprendizagem.
Ainda com relação às conexões entre matemática e Pluralidade Cultural, destaca-se no campo de educação matemática brasileira, um trabalho que busque explicar, entender e conviver com procedimentos, técnicas e habilidades matemáticas desenvolvidas no entorno sociocultural de um programa Etnomatemática, com suas propostas para a ação pedagógica.
Uma primeira aproximação entre o tema do Trabalho e a Matemática está em reconhecer que o conhecimento matemático é fruto do trabalho e que as idéias, conceitos e princípios que hoje são reconhecidos como conhecimento científico e fazem parte da cultura universal, surgiram de necessidades e de problemas com os quais os homens depararam ao longo da história e para os quais encontraram soluções brilhantes e engenhosas, graças a sua inteligência, esforço, dedicação e perseverança.
Com relação ao consumismo, é preciso mostrar que um tênis ou uma roupa de marca, um produto alimentício ou aparelho eletrônico, é fruto de um tempo de trabalho.
Inserindo a matemática nesse tema, percebemos que necessitamos da matemática para que possamos compreender bem os aspectos ligados aos direitos do consumidor. Por exemplo, para analisar a composição e a qualidade dos produtos e avaliar seu impacto sobre a saúde e o meio ambiente, ou analisar a razão entre o maior ou menor / maior quantidade.
Habituar-se a analisar essas e outras situações é fundamental para que os alunos possam reconhecer e criar formas de proteção contra a propaganda enganosa.
A matemática vem ao longo dos anos tendo que se adaptar as exigências do mercado, e sendo assim, precisa está inserida as novas tendências que emergem das necessidades sociais e culturais visando capacitar homens e mulheres a atuarem de forma consciente e critica, dando dessa forma, sua contribuição a formação da plena cidadania.
Trazendo uma nova forma de ver a educação atual, os PCN’s trazem os Temas
Transversais como um complemento a inserção dos novos procedimentos educacionais, o que nos remete a uma nova forma de o fazer matemático dentro da sala de aula.
Sendo a escola um ambiente formador e articulador para a cidadania, é importante agrupar os temas ao currículo e a ação do professor, visando com isso um aumento considerável na formação dos jovens.
http://w.microkids.com.br/downloads/pcn/5a8/matematica.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro081.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://w.mec.gov.br/sef/estrut2/pcn/pdf/livro03.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://w.mec.gov.br/sef/estrut2/pcn/pdf/matematica.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/relatorio_internet.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABVxEAE/os-temas-transversais-no-ensino-matematica
FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS – EAD Unidade Pedagógica: Santíssima Trindade – MACEIÓ/AL Disciplina: Pesquisa Prática Pedagógica I Curso: Matemática Circuito: 1 Equipe: Ademilton Alves Cabral da Silva
Adriana Mendonça da Silva Honorato Wilson Paulino dos Santos Oziel Fernandes Goes Roseilton Porto de Aguiar
Tutor: Felipe Bomfim Data: 04/09/2010
MACEIÓ – AL 2010
O compromisso com a construção da cidadania pede necessariamente uma prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal e coletiva e a afirmação do princípio da participação política.
Nessa perspectiva é que foram incorporados como Temas Transversais as questões da Ética, da Pluralidade Cultural, do Meio Ambiente, da Saúde, da Orientação Sexual e do Trabalho e Consumo.
Isso não significa que tenham sido criadas novas áreas ou disciplinas. Os objetivos e conteúdos dos Temas Transversais devem ser incorporados nas áreas já existentes e no trabalho educativo da sala. É essa forma de organizar o trabalho didático que recebeu o nome de transversalidade.
A educação para a cidadania requer que questões sociais sejam apresentadas para a aprendizagem e a reflexão dos alunos, buscando um tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais.
a) Urgência social: Indica a preocupação de eleger questões graves, que se apresentam como obstáculos para a concretização da plenitude da cidadania, apontando a dignidade das pessoas e deteriorando sua qualidade de vida. b) Abrangência nacional: A eleição dos temas buscou contemplar questões que, em maior ou maior medida, e mesmo de forma diversas, fossem pertinentes a todo o país. c) Possibilidade de ensino e aprendizagem no ensino fundamental: Esse critério norteou a escolha de temas ao alcance da aprendizagem nessa etapa da escolaridade. d) Favorecer a compreensão da realidade e a participação social: Que os alunos possam desenvolver a capacidade de posicionar-se diante das questões que interferem na vida coletiva, superar a indiferença e intervir de forma responsável.
A proposta de trabalhar com questões de urgência social numa perspectiva de transversalidade aponta para o compromisso a ser partilhado pelos professores das áreas, uma vez que é o tratamento dado aos conteúdos de todas as áreas que possibilita ao aluno a compreensão de tais questões.
É importante destacar que a perspectiva da transversalidade não pressupõe tratamento simultâneo, e num único período, de um mesmo tema por todas as áreas, mas o que se faz necessário é que esses temas integrem o planejamento dos professores das diferentes áreas, de forma articulada aos objetivos e conteúdos deles.
Falar em formação básica para a cidadania significa refletir as condições humanas de sobrevivência:
Inserção das pessoas no mundo do trabalho; Das relações sociais e da cultura;
Desenvolvimento da crítica e do posicionamento diante das questões sociais;
Em função do desenvolvimento das tecnologias, umas características contemporâneas marcante no mundo do trabalho exigem-se trabalhadores mais criativos e versáteis, capazes de entender o processo de trabalho como um todo. Parece haver um consenso de que para responder a essas exigências é preciso elevar o nível da educação de toda a população.
Nesse aspecto, a matemática pode dar sua contribuição à formação do cidadão ao desenvolver metodologias que enfatizem a construção de estratégias, a comprovação e justificativa de resultados, a criatividade, a iniciativa pessoal, o trabalho coletivo e a autonomia advinda da confiança na própria capacidade para enfrentar desafios.
A matemática usufrui de um estatus privilegiado em elação a outras áreas do conhecimento. Muitos acreditam que a matemática é direcionada às pessoas mais talentosas e que esse conhecimento é produzido exclusivamente por grupos sociais ou sociedades mais desenvolvidas. Embora equivocada, essa idéia gera preconceitos e discriminação, reflete no convívio escolar fazendo que acabe atuando como filtro social.
Por outro lado, o ensino da matemática muito pode contribuir para a formação ética, uma vez que direcione a aprendizagem para o desenvolvimento de atitudes.
Confiança na própria capacidade e na dos outros;
Construir conhecimentos matemáticos;
Empenho em participar ativamente das atividades em sala;
Respeito ao modo de pensar dos colegas;
Construção de uma visão solidária de relações humanas nas aulas de matemática;
Os conhecimentos matemáticos permitem a construção de um instrumento fundamental para a compreensão e analise das questões relativas à sexualidade numa dimensão macrossocial.
É possível compreender por meio da análise de dados estatísticos a diferença de remuneração de trabalho de homens e mulheres;
Do acesso aos cargos de chefia;
O aumento da incidência da gravidez prematura entre jovens e adolescentes;
O comportamento das doenças sexualmente transmissíveis;
Discutir e avaliar a eficiência das políticas públicas para a questão da gravidez na adolescência;
Medidas estatísticas para compreender, por exemplo, a evolução da AIDS nos diferentes grupos;
Situar num mesmo patamar papéis desempenhado por homens e mulheres na construção da sociedade contemporânea;
Esse preconceito, na maioria das vezes, é muito sutil e, dificilmente, o professor faz essa discriminação conscientemente.
A perspectiva ambiental consiste num modo de ver o mundo em que se evidenciam as inter-relações e a interdependência dos diversos elementos na constituição e manutenção da vida na Terra.
Em termos de educação, essa perspectiva contribui para evidenciar a necessidade de um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, coresponsabilidade, solidariedade, equidade.
O estudo detalhado das grandes questões do meio Ambiente (poluição, desmatamento, limites para uso dos recursos naturais, sustentabilidade, desperdício, camada de ozônio, etc) pressupõe que o aluno tenha construído determinados conceitos matemáticos (áreas, volumes, proporcionalidade, etc) e procedimento (coleta, organização, interpretação de dados estatísticos, formulações de hipóteses, realização de cálculos e prática de argumentação).
Desse modo, as possibilidades de trabalhar as questões do Meio Ambiente em Matemática parecem evidentes.
As questões de saúde no Brasil são muito complexas e muitas vezes contraditórias. Há informações de que a média de nossos padrões de saúde é aceitável dentro dos critérios da ABNT.
Por outro lado, existem estatísticas alarmantes quanto aos índices da fome, da subnutrição e da mortalidade infantil em várias regiões do país.
Além de permitir a compreensão de questões sociais relacionadas aos problemas de saúde, as informações e dados estatísticos relacionados a esse tema também favorecem o estabelecimento de comparações e previsões que contribuem para o autoconhecimento, favorecendo o autocuidado.
Os levantamentos de saneamento básico, condições de trabalho, assim como acompanhamento do próprio desenvolvimento físico (peso, musculatura) e o estudo dos elementos que compõem a dieta básica, são alguns exemplos de trabalhos que podem servir de contextos para a aprendizagem de conteúdos matemáticos.
A construção e a utilização de conhecimentos matemáticos não são feitos apenas por matemáticos, cientistas ou engenheiros, mas, de forma diferenciada, por todos os grupos socioculturais, que desenvolvem e utilizam habilidades para contar, localizar, medir, desenhar, representar, jogar e explicar, em função de suas necessidades e interesses.
Valorizar esse saber matemático cultural é aproximá-lo do saber escolar em que o aluno está inserido, é de fundamental importância para o processo de ensino aprendizagem.
Ainda com relação às conexões entre matemática e Pluralidade Cultural, destaca-se no campo de educação matemática brasileira, um trabalho que busque explicar, entender e conviver com procedimentos, técnicas e habilidades matemáticas desenvolvidas no entorno sociocultural de um programa Etnomatemática, com suas propostas para a ação pedagógica.
Uma primeira aproximação entre o tema do Trabalho e a Matemática está em reconhecer que o conhecimento matemático é fruto do trabalho e que as idéias, conceitos e princípios que hoje são reconhecidos como conhecimento científico e fazem parte da cultura universal, surgiram de necessidades e de problemas com os quais os homens depararam ao longo da história e para os quais encontraram soluções brilhantes e engenhosas, graças a sua inteligência, esforço, dedicação e perseverança.
Com relação ao consumismo, é preciso mostrar que um tênis ou uma roupa de marca, um produto alimentício ou aparelho eletrônico, é fruto de um tempo de trabalho.
Inserindo a matemática nesse tema, percebemos que necessitamos da matemática para que possamos compreender bem os aspectos ligados aos direitos do consumidor. Por exemplo, para analisar a composição e a qualidade dos produtos e avaliar seu impacto sobre a saúde e o meio ambiente, ou analisar a razão entre o maior ou menor / maior quantidade.
Habituar-se a analisar essas e outras situações é fundamental para que os alunos possam reconhecer e criar formas de proteção contra a propaganda enganosa.
A matemática vem ao longo dos anos tendo que se adaptar as exigências do mercado, e sendo assim, precisa está inserida as novas tendências que emergem das necessidades sociais e culturais visando capacitar homens e mulheres a atuarem de forma consciente e critica, dando dessa forma, sua contribuição a formação da plena cidadania.
Trazendo uma nova forma de ver a educação atual, os PCN’s trazem os Temas
Transversais como um complemento a inserção dos novos procedimentos educacionais, o que nos remete a uma nova forma de o fazer matemático dentro da sala de aula.
Sendo a escola um ambiente formador e articulador para a cidadania, é importante agrupar os temas ao currículo e a ação do professor, visando com isso um aumento considerável na formação dos jovens.
http://w.microkids.com.br/downloads/pcn/5a8/matematica.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro081.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://w.mec.gov.br/sef/estrut2/pcn/pdf/livro03.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://w.mec.gov.br/sef/estrut2/pcn/pdf/matematica.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/relatorio_internet.pdf Acesso em agosto de 2010.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABVxEAE/os-temas-transversais-no-ensino-matematica
Plano de aula
Matemática
Régua e número decimal
Antonio Rodrigues Neto*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Introdução
A régua é um instrumento bastante conhecido entre os estudantes e pode ser usada para produzir atividades matemáticas que relacionam os conceitos da geometria com a lógica e as técnicas de cálculo do número decimal.
Objetivos
Por meio das regras de cálculo que já foram desenvolvidas em sala de aula, utilizar a régua para explorar o conceito de unidade e de número decimal. Aplicar problemas que relacionem essas regras com os conceitos geométricos necessários para a interpretação de cada problema.
Estratégias
1) Pedir para os alunos observarem a subdivisão da régua. Mostrar essa subdivisão por meio de uma ampliação, utilizando o retroprojetor (a régua se transforma em uma transparência).
2) Identificar os intervalos da régua, que representam o milímetro e o centímetro, mostrando que o milímetro é uma fração do centímetro:
3) Exercitar com os alunos, por meio da divisão, a transformação da fração decimal em número decimal:
4) Pedir para os alunos medirem o comprimento de alguns objetos disponíveis na própria sala de aula, como a borracha, a caneta e o caderno. Qual o comprimento e a largura da folha do caderno? Escrever essas medidas em milímetros e centímetros.
5) Exercitar a transformação do milímetro em centímetro explorando o conceito de fração e de número decimal:
6) Desenhar um retângulo na lousa, indicando o comprimento igual a 7,3 cm e uma largura de 4,8 cm. Pedir para que os alunos calculem o perímetro e a área dessa figura:
P = 7,3 + 4,8 +7,3 + 4,8 = 24,2 cm
7) Pedir para que os alunos meçam, com a régua, o comprimento de suas mãos, dando a resposta em centímetros. Discutir o procedimento e o critério utilizado nesse tipo de medida.
8) Desafiar os alunos a fazerem uma estimativa do tamanho dos seus passos em centímetros. Pedir que cada aluno calcule quantas vezes o tamanho do seu passo é maior que o comprimento da sua mão:
9) Pedir para que os alunos meçam o intervalo das linhas do caderno, dando a resposta em centímetros e em milímetros. Quantas linhas caberiam em um intervalo de 16 cm?
10) Orientar os alunos para que desenhem no caderno, à mão livre, um triângulo. A seguir, devem medir com a régua o comprimento de cada lado. Pedir para que calculem o perímetro dessa figura em cm e mm.
Atividades
1) Utilizando papel cartão, recortar um retângulo com as medidas sugeridas (7,3 cm e 4,8 cm). Medir com a régua a diagonal desse retângulo, dando a resposta em cm e mm.
2) Pesquisar o jogo do tangram e escolher algumas figuras. Reproduzi-las no caderno, à mão livre, medindo, com a régua, os comprimentos dos lados de cada figura, realizando, a seguir, o cálculo do respectivo perímetro.
*Antonio Rodrigues Neto, professor de matemática no ensino fundamental e superior, é mestre em educação pela USP e autor do livro "Geometria e Estética: experiências com o jogo de xadrez" pela Editora da UNESP.
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/fundamental/matematica-regua-e-numero-decimal.jhtm
Régua e número decimal
Antonio Rodrigues Neto*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Introdução
A régua é um instrumento bastante conhecido entre os estudantes e pode ser usada para produzir atividades matemáticas que relacionam os conceitos da geometria com a lógica e as técnicas de cálculo do número decimal.
Objetivos
Por meio das regras de cálculo que já foram desenvolvidas em sala de aula, utilizar a régua para explorar o conceito de unidade e de número decimal. Aplicar problemas que relacionem essas regras com os conceitos geométricos necessários para a interpretação de cada problema.
Estratégias
1) Pedir para os alunos observarem a subdivisão da régua. Mostrar essa subdivisão por meio de uma ampliação, utilizando o retroprojetor (a régua se transforma em uma transparência).
2) Identificar os intervalos da régua, que representam o milímetro e o centímetro, mostrando que o milímetro é uma fração do centímetro:
3) Exercitar com os alunos, por meio da divisão, a transformação da fração decimal em número decimal:
4) Pedir para os alunos medirem o comprimento de alguns objetos disponíveis na própria sala de aula, como a borracha, a caneta e o caderno. Qual o comprimento e a largura da folha do caderno? Escrever essas medidas em milímetros e centímetros.
5) Exercitar a transformação do milímetro em centímetro explorando o conceito de fração e de número decimal:
6) Desenhar um retângulo na lousa, indicando o comprimento igual a 7,3 cm e uma largura de 4,8 cm. Pedir para que os alunos calculem o perímetro e a área dessa figura:
P = 7,3 + 4,8 +7,3 + 4,8 = 24,2 cm
7) Pedir para que os alunos meçam, com a régua, o comprimento de suas mãos, dando a resposta em centímetros. Discutir o procedimento e o critério utilizado nesse tipo de medida.
8) Desafiar os alunos a fazerem uma estimativa do tamanho dos seus passos em centímetros. Pedir que cada aluno calcule quantas vezes o tamanho do seu passo é maior que o comprimento da sua mão:
9) Pedir para que os alunos meçam o intervalo das linhas do caderno, dando a resposta em centímetros e em milímetros. Quantas linhas caberiam em um intervalo de 16 cm?
10) Orientar os alunos para que desenhem no caderno, à mão livre, um triângulo. A seguir, devem medir com a régua o comprimento de cada lado. Pedir para que calculem o perímetro dessa figura em cm e mm.
Atividades
1) Utilizando papel cartão, recortar um retângulo com as medidas sugeridas (7,3 cm e 4,8 cm). Medir com a régua a diagonal desse retângulo, dando a resposta em cm e mm.
2) Pesquisar o jogo do tangram e escolher algumas figuras. Reproduzi-las no caderno, à mão livre, medindo, com a régua, os comprimentos dos lados de cada figura, realizando, a seguir, o cálculo do respectivo perímetro.
*Antonio Rodrigues Neto, professor de matemática no ensino fundamental e superior, é mestre em educação pela USP e autor do livro "Geometria e Estética: experiências com o jogo de xadrez" pela Editora da UNESP.
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/fundamental/matematica-regua-e-numero-decimal.jhtm
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